se o seu pai olha para você e diz:
Para que você precisa sair desse jeito?
Você pode traduzir como:
Você está linda, garota! Vai lá e arrasa!
Os comentários que ouvirá durante o dia comprovarão isso.

cotidiano descrito em contos
se o seu pai olha para você e diz:
Para que você precisa sair desse jeito?
Você pode traduzir como:
Você está linda, garota! Vai lá e arrasa!
Os comentários que ouvirá durante o dia comprovarão isso.



All in all you've been there for me
You showed me things I would never see
I think I'm ready
By my side you been waitin'
Respectfully and oh so patient
I think I'm ready
I feel it in my chest as I dance with you
Got so much control
You haven't made a move
You give me reassurance in the things you do
And that's why
I think I'm ready
Baby I'm not afraid to go the way
But it's my first time and
Baby I know you wanna change the speed and
I'ma let you take the lead
But it's my first time and
Baby I'm not afraid to go the way
But it's my first time and
Baby I know you wanna change the speed and
I'ma let you take the lead
Remember it's my first time

ou meio vazio.
mais uma vez, tudo vai depender do seu ponto vista.
Da sua maneira, pessimista ou não, de ver as coisas. de ver a vida.

Vários podem ser os sinais de que estamos crescendo. O primeiro dia na escola, o primeiro amor, a primeira vez.
Minhas primeira Louis Vuitton. Por mais que pareça futilidade, materialismo e seja lá o que possam dizer, prefiro dizer que é mais uma mudança de fase. Como diz Becky Bloom em Os delírios de consumo de Becky Bloom, quando garotinha eu ficava admirando as garotas mais velhas, com seus cartões mágicos. E hoje eu tenho um deles.
É preciso cuidado, de fato. Acho que, em parte, os antidepressivos estão me deixando mais leve, fazendo-me comprar mais :D E para quem gosta, isso é um perigo!
but I'll be carefull.
Just le me enjoy my new Louis Vuitton.

my passions... my bags .
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Todos os créditos para o Anarco.
Foi por esse post antigo que me apaixonei por esse blog.
Me desculpe, querido, mas eu queria muito postar aqui.
Imagine, por um instante, que você tem um filho.
Se você já tem um filho não leia mais nada, por favor.
Mas não pare por aqui. Dê realismo à essa imagem. Pense na sua esposa ou em você mesma, grávida. Com aquela barriga redonda e linda, com tantas promessas.
Pense em todos os exames pré-natais. Pense na sua apreensão. Pense no resultado desses exames. Todos perfeitos, um atrás do outro, culminando com um nascimento perfeito, com direito a médico jogando a placenta em você pra dar um pouco de risada.
Pense no seu filho, recém nascido, cabendo na palma da sua mão.
Agora imagine que é seu dever educar seu filho ou sua filha, e ensinar tudo o que ela precisa saber pra viver.
Mas não pense apenas que é seu dever. Pense que é sua vontade. Que você não quer, de forma alguma, que ele ou ela sofra na vida.
Agora imagine você tendo que ensinar pra ele a única e derradeira verdade que existe: dali, pra frente, é dor.
Como você explicaria pra esse filho que você ama que ele vai sofrer?
Como você explicaria que as coisas mudam e o mundo roda como um moinho que vai moer seus sonhos tão mesquinhos? Que promessas de amor foram feitas para serem quebradas? Que pessoas deixam de amar as outras de uma hora pra outra, por causa de um suspiro de um desavisado, entre uma valsa e um tango?
“Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar, vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar. O anel que tu me destes era vidro e se quebrou. O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou.”
Como você explicaria que, não importa o quanto você trabalhe e lute pra conquistar algo, você vai perder por estar no lugar errado na hora errada? Que a vida não liga pra méritos? Que a vida não liga pra nada? Que vem a chuva de verão lavando lágrimas, que vem a demissão levando economias, que vem o pé na bunda levando sonhos, que vem um acidente de carro levando amigos, que vem uma doença levando a alegria e que tudo um dia a vida derrubou?
“A dona aranha subiu pela parede… mas veio a chuva forte e a derrubou.”
Como você explicaria que algumas coisas quando ditas não voltam? Que não inventaram nenhuma forma de re-implantar lágrimas? Que desculpas são uma admissão de culpa, não uma solução? Que não importa se você sinta muito, os outros sentem mais? E que não importa o quanto você chore, grite, berre, peça, implore, soluce, e se despedace, algumas coisas não se consertam?
“Humpty Dumpty sentado no muro. Humpty Dumpty caído do muro. Nem todos os soldados do Rei conseguiram colocar Humpty Dumpty inteiro outra vez.”
Como você explicaria que ela vai amar alguém que não a ama? Como você explicaria que alguém que ela não ama vai a amar e vai fazer de tudo para tê-la, da mesma forma que se tem um objeto? Como você explicaria que talvez os dois se amem, mas acabem se odiando, e queiram machucar um ao outro só porque o outro o machucou antes? Como você explicaria que ninguém nem se lembra quem machucou quem primeiro, mas nenhum dos dois sabe perdoar, mas todo mundo sabe ser cruel quando quer?
“O cravo brigou com a rosa, debaixo de uma sacada, o cravo saiu ferido e a rosa despedaçada.”
Como você pretende explicar que a vida não é justa? Como você pretende explicar que o amor da sua vida simplesmente não é capaz de corresponder às suas expectativas?
“Pirulito que bate bate, Pirulito que já bateu, Quem gosta de mim é ela, Quem gosta dela sou eu. Pirulito que bate bate, Pirulito que já bateu, A menina que eu gostava, Não gostava como eu.”
Tente explicar que viver é dor e que morrer é trocar uma dor certa por um sofrimento desconhecido. Tente explicar que nada nem ninguém pode proteger você de uma dor que é tão inevitável que já nascemos chorando.
Tente explicar, mas antes me diga: Você já entendeu?
Gosto muito de assistir Gossip Girl. Sempre pego algumas coisas e fico tirando de lição. E certa vez, ouvi o seguinte:
Certas vezes, tudo que podemos fazer é abraçar a pessoa pela última vez e deixar que ela se vá.
E isso é verdade. As vezes não podemos fazer nada, às vezes é melhor assim mesmo, e para quem acredita em destino, pense que a vida lhe reserva mais.
As meninas tem a idéia de fantasiar, como nos filmes. Eu não quero ser uma destruidora de esperanças mas dizer a uma pessoa a ama não é garantia de que ela vá largar sua vida, pular em seus braços e vocês vão viver felizes para sempre. Isso pode acontecer, sim. Mas é raro.

Digo isso porque já cansei de assitir filmes como O melhor amigo da noiva, esperando o meu melhor amigo descobrir que estava apaixonado por mim, mas ele não descobriu. E eu tive que continuar na luta.
Às vezes é melhor manter a fantasia, a amizade, do que arriscar tudo. O sentimento de perda, faz como que tenhamos atitudes precipitadas. E são essas atitudes que vem nos assombrar mais tarde.
Hoje tive um daqueles dias de encontros com as amigas. Não foi como um outro dia típico de encontro, nem todas estavam lá. Contudo, ao conversar com um delas, e ouvir que o seu namorado está, mesmo que ainda planejando, construir uma casa, me fez sentir um pouco de medo. Na verdade não sei bem se é essa a palavra.
É um coisa complexa. A sociedade, de uma maneira em geral, quer obrigar as pessoas a se casarem, comprar um carro popular e levar os filhos ao parque no final de semana. Minha mãe gostaria que eu fosse uma professora e meu pai, que eu trouxesse os netos para visitá-lo na fazenda nos fins de semana. Mas para mim, as coisas nunca funcionaram bem dessa maneira. E talvez por isso tenha sido tão difícil.
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Me tornei a pessoa que prefere manter longe contatos muitos íntimos entre família e amantes, que ama moda, não sai de casa sem maquiagem, que acha hipocrisia toda essa manipulação da igreja. Aquela que não come carne, que não vai lavar suas cuecas, que assiste Sex and the City e de certa forma, sente pena de Charlotte, da série.
Quero uma vida como Carrie. Não peço glamour durante as 24 horas do meu dia, mas peço algo mais do que um futuro promissor com crianças chorando ao meu lado.
Por mais que doa saber que não tenho uma carreira no momento, por mais que seja complicado saber do possível potencial que posso ter, somado a tremenda onda de azar, são as viagens, os Manolos, as Miu Miu e Chanel que motivam. As noites de festa, o sexo, as compras, e também o apartamento, já que ter uma vida assim, segundo mamãe, é não respeitar a vida.
Posso esperar até uns 30. Nós vemos lá.
Wish me good luck
Passei uns dias mal, mas passando mal de verdade. E dessa vez nada psicológico, e sim físico. Dores de cabeça, febre, tosse. E agora manchas vermelhas pelo corpo.
Olá Dengue. Demorou mas conseguiu me pegar.

By the way, agora também tenho tatuagem. Doeu, mas eu fiz.
Que atire o primeiro sapato quem não teve ídolos teen - o primeiro sapato porque minha paixão agora é por sapatos! :)
Sim, eu tive os meus. Felipe Dylon, como o principal deles. Até hoje babo um pouco por ele, gosto de escutar os cds antigos. Talvez porque me façam lembrar de um período bacana de minha vida, cheio de descobertas novas. Mas os ídolos crescem e às vezes acabam com aquele sonho perfeito e mostram que os príncipes ficam só lá na Disney mesmo. Felipe Dylon cresceu, mudou o estilo de vida, mudou completamente. Admiro ele ainda, mas de uma maneira diferente. Cresci com ele, então de certa forma ele sempre ficará como uma memória boa.

A verdade é que hoje, fuçando os Orkuts de minha prima mais nova, vejo sua nova paixão platônica: Justin Bieber. É, ele é gatinho, mas ainda sim não consigo não olhar para ele e achar que ele só tem cara de mais um pirralho desses por aí, que a mídia transforma em um príncipe. E de repente penso se não foi assim com o tal do Dylon.
E a verdade é que foi mesmo. As coisas ficam diferentes ao longo do tempo. E ver minha priminha com sua nova paixão platônica teen, me fez ver que não sou assim mais teen e que estou mesmo ficando velha :D
Bom, não há de errado com isso. Não, pelo menos para mim, uma garota bem comportada. Bem, na verdade o tal do boyfriend não pensa bem assim, mas ele tem que aprender a lidar com isso. Afinal, os sentimentos são dele e eu já lido com os meus - E tenho que confessar que não é tarefa das mais fáceis. Eu tenho todo esse jeito 'Sex and the City' de pensar e tenho que começar e exercitar isso. E não precisa ser como Samantha Jones, posso sim viver como Carry Bradshaw sem muito sentimentalismo ou como Miranda, sem um filho.

E quer saber? Foi pretty fun dançar com as amigas, mesmo que embalada por um estilo de som sertanejo, falar besteiras com as amigas, rir das roupas horrorosas, rir dos caras horrorosos, olhar os caras não tão bonitos assim, ser convidada para dançar por outros - mesmo não aceitando, ouvir que eu era a mais bonita da festa, mesmo sabendo que os garotos falam a mesma merda para todo mundo. Às vezes precisamos sair para conhecer gente nova. Sou totalmente a favor da monogamia, e adepta, mas um breakcai bem. Sair por aí não quer dizer sair para pegar caras. Até porque, se você quiser quebrar a monogamia, uma casa de show sertaneja não é lugar que eu aconselho para fazê-lo.
Ainda estou no time das monogamistas, mas sou do tipo de monogamista que precisa da noite das garotas, às vezes.
E isso não quer dizer que não de passar o tempo com ele. by the way,que ambos tenham vida própria. essa coisa de só-saio-com-você- e- só -saímos -juntos é totalmente last week...
o que poderia ser mais constragedor de que a primeira consulta com o psicólogo?
bom, posso assegurar que é a segunda consulta.
na primeira vez fazemos um balanço geral da nossa própria vida, falamos dos problemas porque aquele cara ali na frente não nos conhece mesmo.
bom, a verdade é que na segunda consulta ele já sabe um pouco. eé a partir daí que os problemas vão ser verdadeiramente explorados.
mas apesar do medo inicial, do constrangimento inicial, posso dizer que dessa vez foi ainda melhor. como é com o beijo, como é com o sexo, da primeira vez é bom, mas na segunda, você vê para que tudo aquilo serve. e como aquilo vai trazer benefícios para você.
e as análises foram tão profundas, tão reais e compatíveis com tudo que eu sinto de verdade e é tão difícil dizer.
falamos do meu pai e um pouco de nossa relação complicada. e ele me ajudou a entender um pouco. o modelo masculino que eu tenho, do cara que não te dá valor. as consequencias que isso trazem em minha vida e relacionamentos. e tudo isso é verdade. olhei para trás e pensei em todos os canalhas que tive em minha vida e como todos seguem um mesmo padrão.
olhei para nowadays boyfriend e vi nele algumas características do modelo de meu pai que me incomodam tanto. e pensei nas brigas, vendo que grande parte delas, tem um fundo nesse modelo.

a vida é mesmo complicada, somos um emaranhado de emoções do passado. mesmo que supostamente esquecidas, as coisas que aconteceram não vão embora. e como lição de hoje, deixo a seguinte: se algo não é bom, a alternativa não é pensar que as coisas vão melhorar. principalmente se tratando de pessoas, raramente elas mudam. a alternativa é viver de modo que aquilo não te afete. viva em função de si mesmo, proteja a si mesmo do que pode te machucar. as pessoas não mudam por você, mas você pode mudar sua atitude em relação a elas.
é difícil, mas necessário.
algum dia você já sentiu medo do seu próprio pai? hoje eu enfrento isso. e não pela primeira vez. hoje é mais um daqueles dias em que choro, em que não durmo a noite preocupada com o que pode acontecer. e eu sinto medo. e eu sinto medo, tanto medo. e me pergunto porque tem que ser assim.

e eu lembro de todas aquelas vezes em que quando eu era criança. são coisas que não saem da minha cabeça. eu não consigo evitar e as lágrimas correm pelo meu rosto. e eu penso em tudo que minha mãe talvez já aguentou. e porque ela segue com isso.
valorização. disso ele reclamou hoje. mas não de uma maneira saudável. disso que reclamo a minha vida toda. a gente não pode dar o que não recebe. e certas coisas eu nunca recebi dele. se talvez meus relacionamentos sejam tão complicados, é porque ainda não entendi como acontece. como é ter carinho de verdade por alguém que não quer nada em troca. carinho de verdade. não do tipo que paga as contas. que faz cobranças. que não reconhece os dons que você tem.
ele brigou. sem gritos, disse não querer mais saber dessa vida. não sei por onde andou durante o dia, não sei se bebeu, só sei que essas coisas machucam. mesmo que ele se acorde amanhã e não lembre mais de nada, para mim será mais do que uma noite sem dormir. será mais uma ferida. cicatrizes.
e mesmo que eu não seja mais uma garotinha, no escuro do meu quarto minha irmãzinha de brinquedo dormirá mais uma vez do meu lado para que eu possa me sentir melhor.
é por coisas como essa que não posso abrir mão disso daqui. se eu não colocar aqui, explodo.
Sim, o namorado leu meu blog. Mesmo eu pedindo para que ele não o fizesse. Mesmo eu não tendo passado para ele o endereço. Mesmo ele descobrindo o endereço e pedindo para que ele não lesse.
Ele leu. E o pior de tudo, pior do que ter entrado completamente em meus sentimentos, tirando suas próprias conclusões, ele me julgou. Ele fez isso mais uma vez. E mais uma vez mostrou seu grande problema com todas minhas redes sociais, sejam elas fake ou não.
Me acusou de traição. E de outras coisas mais. Ele não vê como é difícil ser a vida inteira uma queen e ter que me rebaixar a certas coisas agora. Depois de tudo que eu guardo comigo e carrego aqui no peito. Me acusou de falta de confiança. Falta de confiança mesmo eu contando partes tão íntimas de coisas passadas que nem minhas saibam. E parece não ser falta de confiança a traição em ler algo que você pediu que ele não lesse. Que se você disse que existia, foi somente para que as coisas não ficassem pior, caso ele descobrisse, um dia. E ele ainda teve que ir atrás. Contei, por confiança. Por acreditar que ainda restava um pedacinho de respeito a minha individualidade.
and he cried. and i know tears mean more than words. and i know i can be a bitch sometimes. and we know we're not perfect, we're such humans. and i know i do such bad things, but u don't see and it's you. now i really don't know what is best anymore. i want you, but i don't know. will you become a man in the way my dad did? will you still love me when i most need? will you?
a verdade é que dói me submeter a você. dói a maneira como você me critica. dói você subestimar meus problemas. dói você dizer que tem muita gente pior no mundo, me tratando como se eu fosse um garotinha mimada. dói sentir isso que eu sinto quando vejo você indo bem em algo que poderia ter sido meu. dói sentir isso. dói sentir essa culpa. e dói sentir a culpa de admitir que desisti de coisas por pensar tanto que isso poderia dar certo. dói pensar que agora Yale é só um sonho distante. dói pensar que NY foi só uma oportunidade distante, que deixei para trás para que pudéssemos ter sucesso juntos. dói deixar de ser a bonequinha, a queridinha, e se tornar a causadora de problemas. dói se adaptar aos seus horários e sua maneira de vida. tudo isso dói. dói saber que as pessoas olham para mim como uma garota sortuda por ter você. dói ficar sempre por baixo. dói ter que medir palavras. dói ter que evita comentários. dói ter que contar as moedas para ir tomar um sorvete, dói a indiferença. dói essas trocas que você propõe pelo meu dinheiro. dói.
e agora as lágrimas estão em meus olhos. e agora quem chora sou eu.

entrei, peguei o carro, conduzi até a casa da vovó. e como fiz tudo direitinho. é um grande passo, para mim. um grande passo. não moramos no mesmo bairro, by the way.
foi a primeira vez, depois daquilo tudo.

and i feel good.
e talvez eu tenha feito algo que não deveria: conversar com o meu ex-colega de classe, ex-companheiro de bobagens, ex-brother, ex-amigo, ex-rolinho, ex-quase namorado, ex-cachorro, ex-confidente, ex-traira.
talvez eu pudesse ao menos ter medido minhas palavras, e não ter tido a ele coisas tão minhas. e sobre quão insane my actual boyfriend can be.
mas não pude evitar. não deu. eu precisava dizer aquilo. ele me ouviu como meu atual nunca faz. é claro que o fez por não me ver mais. e foi meio weird ver ele dizendo que perdeu garotas legais pelo que costumava fazer. mas foi bom ouvir aquelas palavras. ele sabe o que dizer. simplismente sabe.
quando você chegar lá, vai conseguir algo grande.
talves ele esteja certo. pelo menos, eu tenho que acreditar nisso.
"Você é inteligente, você é linda e você pode chegar lá. nós vamos aprender como colocar em lugares diferentes todas essas coisas que incomodam você, para entender seus sentimentos e para que você seja racional sem nenhum dano. tão importante quanto o que você pensa sobre as coisas, é o que você sente sobre essas coisas."
espero que você volte.

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